NASSAU'S OPTICS ON TOPICS


GALERIA

Estas são as 68 PERSONALIDADES que têm prestigiado a música evangélica:

   

ALBETE DE BARROS SOUZA CORRÊA

A última obra desta compositora pernambucana (ver: "Nassáu", p.60) foi o espetáculo musicado "Jesus sertanejo". VOLTAR

ALCINGSTONE DE OLIVEIRA CUNHA

Também estudou no Recife (PE) e em Fort Worth, no Texas (USA), interessando-se pela regência e musicologia, área pouco explorada pelos músicos batistas. Esperamos que suas pesquisas musicológicas venham contribuir para dar diretriz à formação da hinodia batista brasileira. VOLTAR

ALZIRA MARIA BITTENCOURT DE ARAÚJO

Líder dos músicos batistas do Brasil, a primeira mulher a chegar à presidência da AMBB, agora em seu terceiro mandato consecutivo, tem a responsabilidade e a oportunidade de orientá-los, especialmente nos congressos e encontros anuais, no sentido de procurarem a verdadeira música sacra, a que não está maculada pelos modismos da música contemporânea.
É uma musicista importante no cenário musical batista (ver: "Nassáu", p.31), que poderá vir a ser muito influente nos rumos da execução musical nas igrejas da convenção brasileira. VOLTAR

AMY GRANT

Embora seja uma cantora religiosa, de alguma importância no cenário artístico norte-americano, seu repertório, talvez por causa dessa circunstância, esquisitamente mistura ritmos e assuntos. VOLTAR

ANNA CAMPELLO EGGER

Dedicada à regência (ver: "Nassáu", p.69), esta musicista tem privilegiado, em seu trabalho eclesiástico, a música coral do mais alto nível técnico e artístico (Bach, Haendel, Haydn, Mozart, Mendelssohn, Brahms, Bruckner), à frente (desde 1967) do Coral "Eclésia" da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro.
Em 16 de março do corrente ano, na comemoração do seu Jubileu de Pérola, regeu o Hino da Coroação, n° 1, "Zadoque, o sacerdote" (HWV-258), de Haendel. VOLTAR

BETTY ANTUNES DE OLIVEIRA

Esta literata e musicista carioca, que foi destaque na Orquestra Sinfônica Brasileira e Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro (ver: "Nassáu", pp.30 e 31), escreveu a biografia de seu pai, o hinógrafo batista Ricardo Pitrowsky (1891-1965). Esperamos que essa obra seja publicada, a fim de dar às novas gerações um belo exemplo de dedicação à hinodia evangélica. VOLTAR

BILL ICHTER

A criação do Departamento de Música da Juerp (l958), a composição da música para o hino "Cristo, a única esperança" (l964), a harmonização do hino "Minha Pátria para Cristo" (l971) e a organização da edição documentada do "Cantor Cristão" (l971) foram grandes feitos deste musicista norte-americano, cujas produções hinográficas, em certa época (décadas de 70 e 80), foram cantadas por muitos milhares de Batistas no Brasil. VOLTAR

CLEIDE DORTA BENJAMIM

Estudou em Pernambuco e no Southwestern Baptist Theological Seminary, onde recebeu um "Academic Achievement Award". Compôs mais de 200 peças musicais e escreveu três livros inéditos.
Sua vida (ver: "Nassáu", p.38) tem sido dedicada ao ensino e à composição musical. VOLTAR

DAVID JUNKER

Este regente metodista (ver: "Nassau", p.99) desde 1991 rege o Coro Sinfônico Comunitário de Brasília, que, em 1994, apresentou-se no "Carnegie Hall", em New York (USA). Em 1998 dirigiu a "Paixão, segundo São João", de Bach, e o oratório "Messias", de Haendel. VOLTAR

DELCY BERNARDES GONÇALVES

Esta experimentada pianista batista (ver: "Nassau", p.38) nas décadas de 50 e 60 foi acompanhista do Coral Excelsior. Tem dado recitais, em igrejas do Rio de Janeiro, tocando hinos do "Cantor Cristão" e do "Hinário para o Culto Cristão". VOLTAR

DENISE CORDEIRO DE SOUZA FREDERICO

Esta pianista batista (ver: "Nassau", p.77) leciona na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS). Em agosto de 1998, defendeu importante tese de doutorado na Escola Superior de Teologia, em São Leopoldo (RS), sobre a tensão entre tradição e contemporaneidade na música sacra cristã ocidental, que foi publicada como livro, sob o título "Cantos para o Culto Cristão", pela "Sinodal". VOLTAR

DOMITILA BALLESTEROS

Estudou órgão com Pablo Oris, na Escola de Música de Caracas (Venezuela), e com Fritz Hofer, em Winterthul (Suíça). Mestre em Órgão pela Escola de Musica da UFRJ. Acompanhista do Coral "Eclésia" da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, tem realizado recitais nos órgãos-de-tubos "Lowndes", dessa igreja, e "Tamburini", da Escola de Música da UFRJ. Em 1998, em alguns dos cultos dominicais da Igreja, usou, como prelúdios e poslúdios, peças de J.S.Bach baseadas em corais (BWV-605, 612, 615, 617, 655, 658 e 684), e na capela do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil em recital executou peças de Pachelbel, Bach, Mendelssohn, Brahms e Gigout.
Em 2000, participou do 3o. Festival Internacional de Órgão do Rio de Janeiro. VOLTAR

DOROTHÉA KERR

Esta organista evangélica paulistana (ver:"Nassáu", p.102) tem estado em evidência no meio artístico: nas palestras (promovidas pela Associação Brasileira de Organistas) e nos recitais (pela Associação Paulista) e, agora, no levantamento sobre a situação atual dos cerca de 60 órgãos-de-tubos existentes em São Paulo, SP (patrocinado pela Fundação "Vitae"). VOLTAR

EDITH BROCK MULHOLLAND

Esta missionária norte-americana (ver: "Nassáu", pp.120 e 121), aposentada em 1994, depois de mais de 40 anos de trabalho no Brasil, ainda cuida da edição do volume contendo comentários sobre hinos, autores, tradutores, compositores e arranjadores que figuram no "Hinário para o Culto Cristão", lançado em 1994. Trata-se de uma obra que tem exigido muita paciência na pesquisa e perseverança de propósito, a qual trará informação e inspiração aos que lidarem com o hinário alternativo da Convenção Batista Brasileira. VOLTAR

EDSON ELIAS

Este pianista, conceituado internacionalmente (ver: "Nassau", p.70), tem dado recitais no Rio de Janeiro, em São Paulo e Belo Horizonte. Residindo em Paris, gravou 5 CDs na França (sonatas de Mozart) e 2 CDs no Brasil (obras de Beethoven e Liszt). Quando vem ao Brasil, tem tocado na PIB do Rio de Janeiro. Em fevereiro de 1999, lançou seu site na Internet, dirigido aos pianistas interessados em atingir um alto nível na execução pianística. VOLTAR

EDUARDO LAKSCHEVITZ

É o mais promissor jovem músico batista do Brasil (ver: "Nassáu", p.105). Com sua mãe, Elza Lakschevitz, fundou, em 1990, a Oficina Coral do Rio de Janeiro, que tem promovido cursos internacionais de regência coral. VOLTAR

ELIAS MOREIRA DA SILVA

Intensamente envolvido com a regência coral (ver: "Nassáu", pp.119 e 120), este músico paulistano desde o início da década de 90 vem se dedicando ao ensino na Escola de Música Sacra criada pela Primeira Igreja Batista do Brás, em trabalho talvez paralelo mas certamente coadjuvante ao da Faculdade Teológica Batista de São Paulo (SP). VOLTAR

ELISA FREIXO

Esta organista paulistana (ver: "Nassáu", pp.77 e 78) tem estado, desde 1983, quando voltou de estudos na Europa, em febricitante atividade. Além de palestras e gravação de discos, tem realizado concertos na catedral evangélica de São Paulo, SP (1988 e 1989), na catedral católica de Mariana, MG (1987-1996) e no Instituto de Artes da UFRGS, em Porto Alegre, RS (1994 e 1995).
É muito valiosa a contribuição de Elisa Freixo para a divulgação da música erudita dedicada ao órgão no Brasil. VOLTAR

ELOÍSA BALDIN

Cantora lírica (ver: "Nassáu",p.35), estudou música na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, com especialização em canto e regência coral. Cantou na abertura solene da assembléia da CBB realizada em janeiro de 1995, em São Luís, MA, e deu um recital no l2°.Congresso Nacional da AMBB, interpretando peças de Mozart, Schumann, Fauré, Villa-Lobos e Amaral Vieira. Eloísa Baldin tem-se destacado no Teatro Municipal da capital paulistana. VOLTAR

ELZA LAKSCHEVITZ

Filha de Arthur Lakschevitz e mãe de Eduardo Lakschevitz Xavier de Assumpção (ver: "Nassáu", p.105), Elza tem outros méritos pessoais: ex-professora do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, da Escola de Música "Villa-Lobos", do Instituto Batista de Educação Religiosa e do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil; pianista e organista; regente de coros de igrejas, do "Canto em Canto", da Associação de Canto Coral e do Coro Infantil do Rio de Janeiro; diretora da Oficina Coral do Rio de Janeiro.
Desde 1982 vem se dedicando cada vez mais ao ensino e à regência coral.
Ela tem afirmado que "é preciso muita técnica para escolher um bom repertório; para as crianças, é mais difícil a escolha".
Elza Lakschevitz recentemente esteve em Iowa (EUA), onde participou como jurada de um concurso internacional de coros. VOLTAR

EMÍLIO DE CÉSAR

O maestro Emílio de César (ver: "Nassáu", pp.47 e 48) desde outubro de 1996 vem liderando em Brasília um movimento em prol do cultivo da música coral sacra erudita nas igrejas, que em maio de 1997 deveria estender-se até a cidade goiana de Anápolis.
Esperamos que seja um esfôrço para revelar a genuína música sacra e desmistificar a chamada música gospel. Informações pelo telefone 242-5072 VOLTAR

EUGÊNIO GALL

Bacharel em música (órgão) pela Escola de Música da UFRJ (1981), com o professor Mário Gazanego. Especializou-se com Ulrich von Kameke e Gertrud Mersiovsky, no Rio de Janeiro, e Gerardo Gorosito, em Curitiba (1986-1991). Foi organista em igrejas batistas no Rio de Janeiro e igrejas evangélicas em Curitiba. Tem tocado no órgão-de-tubos "Lowndes" da PIB do Rio de Janeiro (ver: "Nassau", p.79). Atualmente, é organista da Igreja Luterana (Paróquia "Martin Luther", no Rio de Janeiro). Foi acompanhista na execução de obras sacras de Stainer, Haendel e Bach. Em 1998 e 1999, participou dos 1o. e 2o. festivais de órgão do Rio de Janeiro Traduziu para o português a cantata BWV-40, de Bach. VOLTAR

FRED SPANN

Este missionário-músico norte-americano (no Brasil, de 1962 a 1993) exerceu grande influência sobre a execução musical nas igrejas batistas (ver: "Nassáu", pp.164 e 165). Aposentado, veio ao Recife (PE) em setembro de 1996, quando foi justamente homenageado pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. VOLTAR

GAMALIEL PERRUCI (1932-1999)

Este musicista batista pernambucano (ver: "Nassáu", p.l40) recebeu, em setembro de l996, merecida homenagem pelos 35 anos de docência no curso de música do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife (PE), e 20 anos de lançamento da cantata "As Bem-Aventuranças".
Em 1991 Perruci selecionou e desenvolveu, com muita propriedade e reverência, os temas de l0 hinos do "Cantor Cristão" elaborando "variações" para os mesmos. O estilo de Perruci como compositor revelou-se no resultado da combinação de seu caráter íntegro com a seriedade de sua época. Naquele tempo, respeitava-se as melodias originais do "Cantor Cristão"! VOLTAR

GILBERTO MASSAMBANI

Na Assembléia de Deus em São Paulo, SP, este músico tem-se consagrado à música instrumental e ao canto coral (ver: "Nassáu", p.115), fazendo adaptações da hinodia tradicional e contemporânea para serem executadas pelo coro da igreja e pela Orquestra Filarmônica Evangélica "Jahn Sorheim". VOLTAR

GUILHERME LOUREIRO

Um dos mais experientes regentes corais no meio artístico evangélico, é também um dos mais capacitados para a composição (ver: "Nassáu", pp.109 e 110). Seguro no métier, compôs música religiosa de índole nativa, que se caracteriza pelo vigor de sua originalidade. Sua obra tem sido divulgada em muitos lugares por todo o Brasil, merecendo, por isso, a atenção dos estudiosos da música evangélica na América Latina. A modinha carioca marcou a sua sensibilidade artística. VOLTAR

GUSTAV JANZEN

Faleceu repentinamente em agosto, no Canadá, o violeiro russo de ascendência alemã Gustav Janzen (1919-1997), um dos mais importantes do Brasil e do mundo.
Depois de ter morado algum tempo no Canadá veio para o Brasil (Santa Catarina e Paraná).
Nós o conhecemos pessoalmente no Mato Grosso do Sul em julho de 1983 (ver: "O Jornal Batista", l6 fevereiro 1986).
Gustav era autor de "Luftsaulenraum Akustik und Geigenbaum" (Acústica de salas e fabricação de violinos), publicado em 1975. Construiu mais de 270 instrumentos de arco (violinos, violas e violoncelos). Num concurso em Vancouver (Canadá), foi classificado entre os 18 melhores luthiers do mundo.
Quase desconhecido pela Denominação Batista, entretanto era um musicista evangélico (descendente de menonitas) do mais alto valor artístico.
Manifestamos nosso profundo pesar aos seus parentes residentes no Brasil e no Canadá. VOLTAR

HENRIQUETA ROSA

Inaugurando este tópico, homenageamos Henriqueta Rosa Fernandes Braga (l909-l983) (ver: "Nassáu Dicionário de Música Evangélica", p.40). Foi, no setor musical, uma das pessoas mais bem dotadas da comunidade evangélica brasileira; foi importante, mas sua influência se fez sentir mais no âmbito da educação secular.
Os evangélicos no Brasil também devem a Henriqueta Rosa a formação técnica de muitos de seus melhores músicos.
Não basta ter os documentos para ser musicólogo. É preciso ter uma longa vivência e uma vasta cultura para poder avaliar os documentos musicais. O reconhecimento oficial dos méritos de Henriqueta Rosa veio em junho de 1979, quando a Escola de Música da UFRJ promoveu o 2o. Panorama da Música Brasileira Atual a ela dedicado "pela sua grande contribuição à Educação e à Musicologia Brasileira". VOLTAR

HIRAM SIMÕES ROLLO JÚNIOR

De maio de 1992 a dezembro de 1996, na época quando mais se agravou a crise da JUERP, foi diretor do Departamento de Música. Em sua gestão, saíram os números 52 a 70 da revista "Louvor", uma das melhores publicações evangélicas do gênero. Desde dezembro de 1996, é ministro de música da Igreja Batista "Itacuruçá", na Tijuca, no Rio de Janeiro, RJ. VOLTAR

JOAN LARIE SUTTON

Os Batistas brasileiros muito devem a esta musicista norte-americana que, depois de mais de 30 anos de fecundo trabalho no Brasil (ver: "Nassáu", p.l66). foi o elemento catalisador de talentos musicais nativos e alienígenas na elaboração do "Hinário para o Culto Cristão", para o qual contribuiu com traduções, que revelaram hinos de autores contemporâneos (Carmichael, LeFevre, Terrell, Grecn, McClardPeterson, Reynolds, Skillings, Wolfe, Ward, Tomes). VOLTAR

JOÃO FILSON SOREN

Além de músico e incentivador de músicos, João Filson Soren (1908-2002) (ver: "Nassau", p.163), prestigiou o canto congregacional; hinógrafo inspirado, escreveu oito hinos: "No caminho do Senhor", "A mão que me conduz", "Com Jesus", "Cristo maravilhoso", "Ó povo, vêde a luz", "O monte do Senhor", "Fala e não te cales" (1949, HCC-538) e "Olhando para Cristo" (1971, CC-579, HCC-560); e traduziu "Que a pátria inteira cante em Teu louvor" (1964, HCC-606).
Pastoreou, durante 50 anos (1935-1985), a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. VOLTAR

JOÃO WILSON FAUSTINI

Músico polivalente, tornou-se, em l3 de abril de l975, o primeiro ministro de música ordenado pela Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Sua grande influência sobre a música evangélica brasileira faz-se sentir nas publicações ("Música e adoração", "O Estandarte", "Louvor Perene", "Louvor"), nos hinários, nas coletâneas, audições e gravações de música sacra, no ensino (Instituto "José Manuel da Conceição") realizados no Brasil, estendendo-se, desde 1982, aos Estados Unidos da América (New Jersey). VOLTAR

JOHN WILLARD PETERSON

Um dos seis mais importantes e influentes músicos evangélicos dos Estados Unidos da América, Peterson (ver: "Nassáu", p.140) desde 1954 vem escrevendo "gospel songs" (canções evangelísticas) e cantatas para uso das igreja. Na década de 50, trabalhou com a "Mocidade para Cristo" e a Cruzada de Billy Graham.
Entre 1955 e 1975, suas 15 cantatas tinham mais de seis milhões de cópias vendidas; agora, ultrapassam oito milhões de exemplares, o que significa que a vendagem caiu a menos de um terço da verificada na vintena inicial de sua carreira de produtor musical.
A mais divulgada, escrita em 1958, "No Greater Love" (no Brasil traduzida como "Maior amor"), é concisa, tem linha melódica simples e faz concessão ao gosto popular. O regente não tem condições de aumentar as suas qualidades, mas poderá realçá-las.
A obra musical de Peterson varia da estilização da canção evangelística a uma imitação da canção da Broadway (ver: Donald Hustad, Jubilate! A música na igreja, p.138). VOLTAR

JORNALISTAS MUSICÓFILOS

Nos últimos 100 anos, pelo menos uma vintena de periódicos evangélicos (jornais e revistas) tem prestigiado a atividade musical nas igrejas.

"O Cristão", jornal de propriedade de José Luiz Fernandes Braga, por ele fundado em janeiro de 1892, noticiou a publicação da segunda edição do "Cantor Cristão", econtinuou a dar destaque às matérias musicais.

No jornal "O Estandarte", no final do século XIX, os intelectuais Álvaro Reis, Herculano de Gouvêa e Erasmo Braga escreveram artigos de hinologia.

Em seguida, lançado em janeiro de 1901, talvez o terceiro mais antigo periódico evangélico brasileiro, "O Jornal Batista" iniciou sua longa tradição de apoio aos colaboradores que desejam escrever sobre música sacra, canto religioso e hinologia.

O mais antigo repórter musical de "O Jornal Batista", Salomão Luiz Ginsburg, escrevendo de Maceió, Alagoas, relatou a boa repercussão de seu hinário de cunho evangelístico (ver: "O Jornal Batista", 02 maio 1902).

William Edwin Entzminger, fundador do jornal e seu diretor efetivo até 1919, foi o primeiro editorialista a escrever sobre o "Cantor Cristão" (ver: "O Jornal Batista", 10 janeiro 1904).

Almir dos Santos Gonçalves (1946-1964), José dos Reis Pereira (1964-1988) e Nilson Dimárzio (1988-1995) foram diretores desse jornal e eram apreciadores da divulgação da verdadeira música-de-igreja.

Na década de 20, "Revista de Cultura Religiosa" e "Lucerna"; na década de 30, "Expositor Cristão", "O Puritano", "Sacra Lux", "Brado de Guerra", "Fé e Vida"; na década de 40, "Cultura Cristã", "Unitas" e "Cooperador Cristão"; na década de 50, "Mocidade Cristã", "Revista Teológica", "Biblioteca Evangélica", "Cristianismo", "Estandarte Cristão" e "Voz Missionária"; na década de 60, "O Brasil Presbiteriano" e "Ultimato"; na década de 70, "A Seara" e "Mensageiro da Paz"; mais recentemente, "Vinde", abriram prazerosamente suas páginas à música sacra.

Não temos os nomes dos diretores dos outros periódicos evangélicos, mas também eles, como jornalistas musicófilos, são homenageados neste tópico, destinado a distinguir as personalidades que têm contribuído para a divulgação da boa música evangélica. VOLTAR

MAHALIA JACKSON

Com Thomas Andrew Dorsey, desde 1937, foi uma expoente da gospel song, levando o cântico religioso negro para audiências brancas, nos Estados Unidos e na Europa. VOLTAR

MARCíLIO DE OLIVEIRA FILHO

O fundador e ex-presidente da Associação dos Músicos Batistas do Brasil (ver: "Nassáu", p.131) vem desenvolvendo, desde 1993, intensa atividade no ministério de música da Primeira Igreja Batista de Curitiva, PR. VOLTAR

MARÍLIA ÁLVAREZ

Esta pianista, cantora e regente batista (ver: "Nassau", p.27) fez mestrado em Execução Vocal na University of Wyoming (USA). No CD "Canta, minha alma", interpreta hinos evangélicos tradicionais. VOLTAR

MARÍLIA SOREN

Poucas musicistas evangélicas têm tão extensa e duradoura folha-de-serviços, nas igrejas e no meio artístico, como intérprete ou executante, de páginas de literatura operística e de peças da música instrumental, bem como na regência de obras de música coral (ver: "Nassáu - Dicionário de Música Evangélica", p.l63). VOLTAR

MAURÍLIO DOS SANTOS COSTA

É um dos músicos batistas mais atuantes no cenário artístico carioca (ver: "Nassáu", p.61), participando de atividades na Escola de Música da UFRJ, nos coros do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, da Rádio MEC e da Associação de Canto Coral. VOLTAR

MINISTROS DE MÚSICA BATISTAS

Estes foram os primeiros: na década de 60, Gunars Tiss (PIB de Vitória, ES); na década de 70, Almir Rosa (Igreja Batista de Brasilinha, em São Paulo, SP), Marcílio de Oliveira Filho (PIB de Santos, SP) e Isidoro Lessa de Paula (PIB de Niterói, RJ).

Em nosso livro "Introdução à Música Sacra" (Rio de Janeiro: edição do autor, 1957, p.72,esgotado), sugerimos a "criação, nas igrejas locais, de cargos remunerados de Diretor de Música, dos quais seja exigido tempo de trabalho integral", como uma das "medidas indispensáveis à melhoria" da música nas igrejas evangélicas do Brasil. VOLTAR

MIRNA RUBIM

Soprano presbiteriana, tem participado de importantes eventos musicais: em setembro de 1998, foi uma das solistas da "Petite Messe Solemnelle", de Rossini, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. VOLTAR

NABOR NUNES FILHO

O folclore nordestino influenciou as composições deste músico (ver: "Nassáu", p.128) que, recentemente, lançou a coletânea "Creio em Deus", publicada pela editora da Universidade Metodista de Piracicaba (SP). VOLTAR

NÉLSON MATHIAS

Liturgista e músico metodista (ver: "Nassau", p.115), é autor de dois interessantes livros: "Coral um canto apaixonante" (1986) e "A Música e seu ministério na Igreja" (1998). VOLTAR

NÉLSON SILVA

Mestre em Órgão ("Westminster Choir College", New Jersey, USA, 1998), é professor da Faculdade de Artes "Alcântara Machado" e organista da Catedral Evangélica de São Paulo (desde 1989). Participou, em outubro de 1999, do VI Festival Internacional de Órgão, promovido pelo Mosteiro de São Bento, em São Paulo, SP. VOLTAR

PARCIVAL MÓDULO

Abalizado professor e tarimbado regente de coros e orquestras, em 1995 assumiu o cargo de Secretário Nacional de Música da Igreja Presbiteriana do Brasil (ver: "Nassáu", p. 118).
Em qualquer função eclesiástica, em todas as esferas de atividade, poderá desenvolver os recursos humanos, que são consideráveis nas igrejas locais, no sentido de prestarem serviço no ministério da música presbiteriana. VOLTAR

PIONEIROS DE BRASÍLIA

Clotildes (Lolita) Dias Ribeiro, procedente de Ceres (GO) com seu marido, o médico baiano Isaac Barreto Ribeiro, chegou em 22 de dezembro de 1956 para ver a Cidade Livre e o Catetinho. De Anápolis (GO), onde passara a residir, voltou alguns meses mais tarde para morar na Cidade Livre. Aí tocava o harmônio e regia o coro da congregação, que, em setembro de 1957, organizou-se como Primeira Igreja Batista de Brasília. Durante algum tempo, depois de 1962, foi corista e instrumentista na Igreja Memorial Batista.

José Cabral trouxe 78 coristas de Anápolis e Goiânia para cantar, no dia 07 de julho de 1957, na inauguração da primeira escola primária metodista, na Terceira Avenida da Cidade Livre (atual Núcleo Bandeirante) da futura Capital Federal.

Levino Alcântara, jovem músico batista pernambucano, veio de Anápolis para a futura Capital, em julho de 1957, trazendo 200 coristas das associações corais evangélicas de Goiânia (GO) e daquela cidade goiana para cantar, no dia 09, na dedicação do templo provisório da Igreja Cristã (U.I.E.C.C.B.).

A bibliotecária Edna Baker, procedente de Niterói (RJ), onde pertencia à Primeira Igreja Presbiteriana, concluíra o curso de música sacra no Colégio "Bennet", no Rio de Janeiro (RJ). Chegou, ao futuro Distrito Federal, em maio de 1959, com o propósito de trabalhar na área musical. Dirigiu um coro de 20 crianças na recepção, no aeroporto de Brasília, às representantes da associação de senhoras presbiterianas do Sul dos Estados Unidos da América, que vieram para conhecer o terreno, no futuro Setor de Habitações Individuais Sul, onde seria construído o Instituto Presbiteriano de Educação e, 30 anos mais tarde, o Colégio Mackenzie de Brasília. Na manhã de 12 de setembro de 1959, na data do aniversário natalício de Juscelino Kubitschek de Oliveira, dirigiu um coro infantil que cantou no Palácio da Alvorada em homenagem ao presidente da República. Na véspera do Natal de 1959, esse coro cantou no Hospital do IAPI, próximo da atual Candangolândia, em Brasília (DF).

James Everett Musgrave Junior, missionário batista norte-americano, procedente de Goiânia (GO), em 30 de novembro de 1956 veio visitar a região do futuro Distrito Federal. Em 27 de janeiro de 1957, foi à NOVACAP e conseguiu um terreno, na Segunda Avenida da Cidade Livre, para a futura Primeira Igreja Batista de Brasília.

Em maio de 1959, participou do lançamento da pedra fundamental do Templo Memorial. De julho de 1960 até julho de 1962, regeu o coro da Igreja Memorial Batista.

João Walfredo Thomé, engenheiro-arquiteto, procedente de São Paulo (SP), chegou em maio de 1960 para dirigir a construção, que durou 30 meses, do Templo Memorial. Depois de julho de 1962, por algum tempo, regeu o coro da Igreja Memorial Batista.

Fontes:Henriqueta Rosa Fernandes Braga, Música Sacra Evangélica no Brasil.
Rio de Janeiro: Kosmos Editora, 1961.

Edward G.Berry, Os Batistas em Brasília.
Brasília: ed.do autor, 1963.

Adirson Vasconcelos, Os Pioneiros da Construção de Brasília.
Brasília: ed.do autor, 1992.

Jason Tércio, Os Escolhidos - A Saga dos Evangélicos na Construção de Brasília.
Brasília: ed.do autor, 1997.

Rolando de Nassáu, Nassáu - Dicionário de Música Evangélica.
Brasília: ed.do autor, 1994.
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RALPH MANUEL

Além das muitas composições para canto coral e congregacional (ver: "Nassáu", p.ll4), este musicista batista norte-americano recentemente elaborou duas belas peças: uma para solo vocal ("A Song of Love") e uma para coro ("Alelúia") VOLTAR

REGINA LACERDA

Integrante da nova geração de organistas evangélicos atuantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, tem participado dos cultos dominicais da PIB do Rio de Janeiro e de recitais de órgão na Escola de Música da UFRJ. VOLTAR

ROBERTO MINCZUK

É um dos poucos evangélicos com atuação destacada no cenário artístico brasileiro. Regente titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (SP), regente assistente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e regente visitante da Filarmônica de New York, tem regido obras de Henrique Oswald, Camargo Guarnieri, Beethoven, Schumann, Rimsky-Korsakov e Bartok. VOLTAR

RUY WANDERLEY

É um músico evangélico globalizante: cooperou com os Metodistas (Igreja Metodista de São Paulo, SP, Escola de Música Sacra do Colégio "Bennett", no Rio de Janeiro, RJ, Instituto "Gammon", em Lavras, MG, e Imprensa Metodista), os Presbiterianos Independentes (curso de regência coral da Primeira Igreja de São Paulo, SP), os Presbiterianos (revista "Louvor", coro da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio de Janeiro, RJ, e hinário "Novo Cântico"), os Anglicanos (Igreja Anglicana de Botafogo, no Rio de Janeiro, RJ), a "Union Church", em Copacabana e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, RJ (interdenominacional), e os Batistas (revista "Louvor" e Seminário Teológico, no Rio de Janeiro, Ri); com todos esses grupos evangélicos combateu o bom combate, em defesa da verdadeira música sacra e da hinodia tradicional (ver: "Nassáu", P. 181).
Mas agora mostra-se um pouco desanimado: suas partituras estão sendo xerocopiadas por algumas igrejas; isto é um golpe mortal em qualquer autor e editor.
É oportuno lembrar que o mesmo está ocorrendo com os oratórias "Messias" (Haendel) e "Elias" (Mendelssohn), e os hinários denominacionais; estes, estão sendo transcritos nos boletins dominicais de certas igrejas. Quem pagará os direitos autorais? VOLTAR

SHIRLEY CAESAR

Alcunhada de "primeira dama do Gospel", ela tem-se apresentado em espetáculos musicados na Broadway (New York, NY, USA), na televisão e em trilhas sonoras de filmes.
Ela tem participado do conselho municipal de Durham (USA).
Atualmente dirige uma igreja. Em 1988 escreveu sua autobiografia ("The Lady, the Melody and the Word"). VOLTAR

SIDNEY CHIABAY

Este regente batista, radicado no Estado do Espírito Santo, onde tem procurado divulgar a música sacra (ver: "Nassau", p.50), em outubro de 1997 regeu o Coro Masculino de Guaraparí (ES), em concertos realizados em Lisboa, Madri e Paris. VOLTAR

SIMEI MONTEIRO

Esta musicista evangélica (ver: "Nassáu", p.119) escreveu uma dissertação acadêmica que ainda é a mais séria e mais importante pesquisa hinológica da literatura musical evangélica brasileira, embora tenha enfoque litúrgico. Simei, em seu livro, ao examinar o conteúdo teológico de hinos que aparecem em vários hinários evangélicos, fez a ruptura com a análise hinológica tradicional. VOLTAR

"TAKE SIX"

Este conjunto vocal, que canta a cappella, proclama suas doutrinas adventistas por meio de ritmos populares (jazz e rhythm and blues), conseguindo formar congregações de fiéis profanos. VOLTAR

TAMÁRA UJÁKOVA

Pianista batista, tem participado ativamente da vida musical carioca, atuando na Escola de Música da UFRJ e no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ). VOLTAR

THOMAS ANDREW DORSEY

Dorsey (ver: "Nassáu", pp.67 e 68), pianista de blues, estilo popular norte-americano, a partir de 1931 começou a compor e publicar canções religiosas.
Em 1932 compôs "Precious Lord", a canção que se tornou uma das mais conhecidas e gravadas, e modelo para a gospel song. VOLTAR

ZUÍNGLIO FAUSTINI (1938-1999)

Regente, baixo solista e professor (ver: "Nassau", p.74) está na galeria dos evangélicos que, no século 20, mais se destacaram no cenário artístico brasileiro. Na década de 60, regeu o Coro da Igreja Presbiteriana do Jardim das Oliveiras, em São Paulo (SP). VOLTAR


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